terça-feira, 6 de dezembro de 2011

A primeira floresta vertical do mundo













 
Olá pessoal, me desculpe pela demora em novos posts, estava um pouco ocupado com outros assunto, mas hoje não podia deixar de criar um novo post com um e-mail, que para mim, é super interessante. Alguém já ouviu falar da de alguma floresta vertical? Pois é, ela está sendo construída em Milão, na Itália, a “primeira floresta vertical do mundo”, o prédio Bosco Verticale (literalmente “Floresta Vertical”). Na prática, são duas torres residenciais de 110 e 70 metros cada com as fachadas cobertas com 900 árvores e diversas outras plantas. O conceito, do arquiteto Stefano Boeri, é construir em uma das cidades mais poluídas do mundo um prédio que produz oxigênio, absorve gás carbônico e protege os moradores da radiação solar.
A invenção de Boeri foi destaque de uma reportagem do jornal inglês Financial Times, ao lado de outras construções “verdes” pelo mundo. Prédios com árvores e plantas são tendência na arquitetura, uma forma de trazer o verde de volta às grandes metrópoles de concreto. Para se ter uma idéia, a vegetação do Bosco Verticale ocuparia uma área de 10 mil metros quadrados, o equivalente a um campo de futebol de floresta.
A cortina de poluição da ilustração acima é familiar para quem conhece São Paulo, certo? Pois não estamos muito atrás nessa tendência. A reportagem elenca como o “prédio verde mais cultuado do momento” o Harmonia 57, já construído na capital paulista pela Triptyque
 
A criatividade a favor da Preservação Ambiental.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

ALEGRE-ES/BRASIL

Por volta das 18 horas deste sábado, 29, a Defesa Civil e o DER-ES (Departamento de Estradas e Rodagem do ES) liberam o trânsito em meia pista na rodovia ES-482, na altura da "curva da biquinha", na saída de Alegre para Cachoeiro. O local está sendo monitorado 24 horas. Durante praticamente todo o dia, a possível queda de uma grande barreira fez com que a Defesa Civil e o DER interrompessem preventivamente a via até que fosse feita uma análise detalhada da situação. No final da tarde o trânsito foi liberado em meia pista. Os motoristas devem tomar cuidado ao passar pelo local. O presidente da comissão Municipal de Defesa Civil, Mario Wesley Zanetti, destacou que "por volta do meio dia os muros da parte alta da obra de contenção da encosta começaram a estalar devido a pressão da terra e um curto período de tempo se rompendo. Isolamos a área para não correr o risco de ter algum acidente com a população. Somente agora as 18h com a autorização do DRE-ES pudemos liberar meia pista da rodovia."
Contenção - Neste mesmo local está sendo construído um muro de contenção desde agosto deste ano. No entanto, com o agravamento da situação, os engenheiros já vinham há alguns dias analisando estratégias para solucionar de vez aquele problema. A partir de agora o trabalho será de retirada da terra para, então, providenciar outras intervenções de contenção. Hoje, enquanto a pista estava fechada, motoristas usaram como alternativa a estrada que sai do final da Vila Alta e vai até a comunidade da Placa, na rodovia para Muniz Freire. Em alguns momentos, a passagem pelo local ficou completamente interrompida pelo excesso de veículos e por se tratar de uma estrada de terra. Mas a Polícia Militar e a Prefeitura de Alegre agiram no sentido de minimizar o problema, sinalizando as vias e controlando o trânsito.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

O verde está de luto...

 


Pessoal, estava agorinha lendo meus e-mails e uma companheira chamada Magalli membro oficial do Greenpeace me enviou a triste notícia que após uma longa luta contra o câncer, a queniana Wangari Maathai, conhecida por sua luta incessante em defesa dos direitois humanos e das florestas, faleceu na noite de ontem aos 71 anos em Nairobi, no Quênia.

Wangari Maathai foi a primeira mulher africana a receber o Nobel da Paz em 2004. Maathai era conhecida por seu ativismo e pela fundação do Movimento Cinturão Verde. Criado em 1977, o movimento foi resposável pela plantação de 20 milhões de árvores no Quênia. Outro foco da organização era a ajuda às mulheres para melhorar seus meios de subsistência provendo o acesso a recursos básicos como lenha, água e alimento, com a preocupação constante na boa gestão dos recursos naturais e das florestas. 

"A morte de Maathai é uma grande perda para todos os que a conheciam e para quem admirava sua determinação para fazer um mundo mais pacífico, mais saudável e um lugar melhor", diz nota publicada no site da organização.

Desabafo de uma senhora idosa sobre a onda de preservação do meio ambiente

 
DESABAFO

"Na fila do supermercado o caixa diz a uma senhora idosa que deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não eram amigáveis ao meio ambiente. A senhora pediu desculpas e disse: Não havia essa onda verde no meu tempo... 
O empregado respondeu: "Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente. " 
"Você está certo", responde a velha senhora, nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. 
Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes. 
Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões. 
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas. 
Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como? 
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. 
Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade. 
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte. 
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou de ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima. 
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?
(Autor Desconhecido)

O QUE É EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Educação ambiental é uma novidade da educação, já praticada em alguns países, foi proposta em 1.999 no Brasil, tem o objetivo de disseminar o conhecimento sobre o ambiente. Sua principal função é conscientizar à preservação do meio ambiente e sua preservação, utilização sustentável.
É uma metodologia de análise que surge a partir do crescente interesse do homem em assuntos como o ambiente devido às grandes catástrofes naturais que têm assolado o mundo nas últimas décadas.
No Brasil, a Educação Ambiental assume uma perspectiva mais abrangente, não restringindo seu olhar à proteção e uso sustentável de recursos naturais, mas incorporando fortemente a proposta de construção de sociedades sustentáveis. Mais do que um segmento da Educação, a Educação em sua complexidade e completude.
A educação ambiental tornou-se lei em 27 de Abril de 1999. A Lei N° 9.795 – Lei da Educação Ambiental, em seu Art. 2° afirma: "A educação ambiental é um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não-formal.
A educação ambiental tenta despertar em todos a consciência de que o ser humano é parte do meio ambiente. Ela tenta superar a visão antropocêntrica, que fez com que o homem se sentisse sempre o centro de tudo esquecendo a importância da natureza, da qual é parte integrante.Desde muito cedo na história humana para sobreviver em sociedade, todos os indivíduos precisavam conhecer seu ambiente. O início da civilização coincidiu com o uso do fogo e outros instrumentos para modificar o ambiente, devido aos avanços tecnológicos, esquecemos que nossa dependência da natureza continua

domingo, 21 de agosto de 2011

AULA DO DIA 19.08.11





A aula do dia 19.08.11 foi muito boa.

Os alunos aprenderam sobre a questão das plantas daninhas que disputam com a planta semeada alimento, água, luz.


Para Souza (2007), as hortas têm um papel fundamental no ponto de vista educativo, pois funcionam como um espaço de descoberta e aprendizagem direta de muitas matérias que são abordadas na sala de aula.

 

Trabalhar com estas crianças esta sendo um privilégio.
Elas estão muito empolgadas com o trabalho, não reclamam, aprendem, discutem e depois passam para as famílias, amigos o que estão aprendendo na prática.

Como explicam Paviani e Fontana (2009), o professor ou coordenador da oficina não ensina o que sabe, mas vai oportunizar o que os participantes necessitam saber, sendo, portanto, uma abordagem centrada no aprendiz e na aprendizagem e não no professor. 

Desse modo, a construção de saberes e as ações relacionadas decorrem, principalmente, do conhecimento prévio, das habilidades, dos interesses, das necessidades, dos valores e julgamentos dos participantes.

Foi realizado pelos alunos com a orientação de Aline Gomes Fernandes da Silva - Coordenadora do projeto - a limpeza dos canteiros.

 








domingo, 7 de agosto de 2011

CONFECÇÃO DO TERRÁRIO E DO GIBI

Confecção do Terrário: Permite explorar, observar, registrar e experimentar. É testando e comprovando que as crianças fazem ciência exatamente como os cientistas.
 

Foram utilizados: um aquário, terra, pedras, adubo, também foram inseridas minhocas, formigas, plantas, todos trazidos pelos alunos.
Estudar em forma de brincadeira, traz ao aluno alegria.
Demonstrar o teórico no prático, este foi o objetivo da confecção do terrário. Mostrar a vida existente no solo.
O fato da ocorrência de mudança de ambiente, saindo da rotina de sala de aula em carteiras enfileiradas, contribui para que a aula seja mais agradável, faz com que o aluno sinta-se mais estimulado a aprender.
A escola deve se propor a oferecer oportunidades para a construção do conhecimento através da descoberta e da invenção, elementos estes indispensáveis para a participação ativa da criança no seu meio.



Confecção dos Gibis: As historinhas foram criadas pelos alunos a partir de ilustrações pré determinadas.
 


As crianças aprendem se divertindo e se divertem aprendendo. Para a criança a brincadeira não é apenas um passatempo.
 Tudo isso se desenvolve naturalmente no cotidiano do aluno, pois é justamente esta maneira descontraída que desperta no aluno a sua naturalidade perante as regras do mundo real
A escola tem o papel de proporcionar tempo e espaço para que a criança brinque, contribuindo com suas evoluções nos aspectos sociais, intelectuais, físicos e motores.

TEATRO - CADA UM FAZENDO SUA PARTE

A proposta do teatro foi a que mais atingiu a escola como um todo. Participaram alunos, pais e equipe escolar. O teatro abrangia o tema – “Cada um fazendo sua parte”, contava a história de uma aluna que em nada se preocupava com a natureza, até que em um sonho - muito real – encontrou-se com Gaia – O planeta Terra, para ser julgada pelos elementos da Natureza: Terra, fogo, água e ar, até que apareceu a Natureza, que pediu uma nova oportunidade para os homens se retratarem e aprenderem a preservar.




Utilizando o lúdico, para deixarem as crianças mais pré-dispostas os estimulando a usarem a inteligência, fazem com que queiram jogar bem. Portanto elas se esforçam para ultrapassar suas próprias barreiras tanto na aprendizagem como emocional estando mais motivadas, ficam mais ativas. 


De acordo com Vygotsky, o processo de desenvolvimento ocorre no percurso e ao longo da vida, no entanto o contato social e a troca de experiências é uma maneira que auxilia nesse processo pois o mesmo possibilita a observação durante a sua própria formulação de conceitos.

O teatro foi apresentado no Dia da Família na Escola.
As crianças contaram com a participação de funcionários da escola e de muitos pais.
Tiveram muitos ensaios, mas se superaram.

O novo modelo de gestão das escolas demonstra papel que os pais e encarregados de educação podem ter na elaboração do projeto educativo e, por conseqüência a própria gestão escolar, juntamente com os restantes no processo educativo.
Preparando as com atenção e criatividade as atividades que serão posteriormente repassadas aos alunos, ajuda o professor a traçar suas metas e objetivos, mas não só isso, faz com que se tenham uma mensagem a passar, com conteúdos educacionais diversificados onde a criança deseje aprender. Quando a atividade é bem preparada e prazerosa faz co  que o aluno a faça com prazer. 

HORTA NA ESCOLA

Montagem da Horta

Montagem dos canteiros, semeadura.



 Acompanhamento da plantação.
- Durante a época de crescimento da plantação, podem ser criadas atividades relacionadas à horta, observação do crescimento da semente, limpeza e rega dos canteiros.



O cultivo da horta for feito com as mãos, estimula a capacidade motora dos alunos.



Visita ao INSTITUTO FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO – Campus Alegre

Foi planejado tanto pelo grupo de trabalho, como pela escola, onde esta nos auxiliou na autorização dos pais e viabilização do transporte. Teve como intuito a visão prática do Meio ambiente, suas necessidades e vantagens.
Para Souza (2007), as hortas têm um papel fundamental, tanto do ponto de vista estético como educativo; funcionam como um espaço de descoberta e aprendizagem direta de muitas matérias que são abordadas na sala de aula. 





DESENVOLVIMENTO DO PROJETO

O projeto foi dividido em etapas, para facilitar sua compreensão e execução.
1ª Etapa: Apresentação do projeto a escola e aos alunos, buscando ouvir suas opiniões e ideias, visando incrementar o conteúdo.
2ª Etapa: Sincronizar as ideias propostas.
3ª Etapa: Organização do passeio ao IFES – Campus Alegre, para visualização de erosão, vegetação, proporcionando uma maior interação entre a questão abordada e a realidade apresentada.
4ª Etapa: Montagem da horta, para isso contou-se com ajuda do pai de uma aluna, que cedeu as ferramentas e auxiliou na montagem.
5ª Etapa: Teatro – Cada um fazendo sua parte
6ª Etapa: Estimulo da responsabilidade pelo no cuidado com a horta, determinando alunos para cuidar de cada canteiro, como sua limpeza, organização até a colheita.
7ª Etapa: Confecção do Terrário.
8ª Etapa: Confecção dos Gibis.

O PROJETO

ALUNOS DA 3ª SÉRIE

ALUNOS DA 3ª SÉRIE


PROFESSORA LUCÉLIA, ALUNOS DA 3ª SÉRIE E ALINE - COORDENADORA DO PROJETO

O PROJETO

Há uma grande necessidade de ser trabalhado com as crianças a questão da conservação do solo e da água, visando um futuro de cidadãos conscientes, que lutem pela preservação.
Segundo CACHAPUZ (2002) a experimentação permite que os alunos manipulem objetos e idéias e negociem significados entre si e com o professor durante a aula.
A escola deve proporcionar ambientes que promovam reflexão sobre o ambiente incentivando a responsabilidade, gerando atitudes dos grupos envolvidos.
Atividades ligadas ao solo, onde as crianças possam revolver a terra, plantar, arrancar mato, regar, estimula o interesse das crianças, por ser uma maneira nova, diferente de estudar, tantas teorias apresentadas nas salas de aula, de um modo prático e prazeroso.
Aprender fazendo, agindo ,experimentando é o modo mais natural, intuitivo e fácil de assimilação de conteúdo A utilização de uma horta é uma forma de facilitar à participação e a troca de informações dos alunos no seu processo de construção do conhecimento. (SOUZA 2007).
Essas experiências ao vivo despertam o interesse pelas aulas. Os estudantes pesquisam e debatem mais os assuntos melhorando assim o aprendizado. Este projeto procura apresentar atividades que despertem o interesse do aluno no cuidado com o ambiente.

2 OBJETIVOS
2.1 OBJETIVO GERAL
Desenvolver nas crianças ações de transformação das práticas agrícolas e da necessidade da preservação dos recursos naturais, por meio da sensibilização e conscientização de que a vida depende do ambiente e o ambiente depende de cada um de nós.

2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
ü  Produzir material didático infantil com este viés
ü  Despertar o interesse das crianças para o cultivo de horta e conhecimento do processo de germinação;
ü  Dar oportunidade aos alunos de aprender a cultivar plantas utilizadas como alimentos;
ü  Demonstrar a teoria, pela prática;
ü  Estimular o sentimento de responsabilidade;
ü  Construir a noção de que o equilíbrio do ambiente é fundamental para a sustentação da vida em nosso planeta.


OFICINA PEDAGÓGICA NA ESCOLA ESTADUAL DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROFESSOR PEDRO SIMÃO COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO-APRENDIZAGEM NA ÁREA DE CONSERVAÇÃO DO SOLO E DA ÁGUA

A oficina será aplicada:


Instituição: Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Professor Pedro Simão.
Endereço: Rua Prefeito Antonio Lemos Junior – Vila do Sul – Alegre/ES
Diretora: Ana Lucia Santos de Oliveira Silva
Pedagoga Matutino: Marcella Locatelli
Coordenadora Matutino: Sonia Maria Martins dos Santos
Professora da Turma Escolhida: Lucélia Coelho de Souza
Público Alvo: alunos da 3ª série M-01 do Ensino Fundamental


Coordenadora do projeto: ALINE GOMES FERNANDES DA SILVA