quinta-feira, 10 de novembro de 2011

ALEGRE-ES/BRASIL

Por volta das 18 horas deste sábado, 29, a Defesa Civil e o DER-ES (Departamento de Estradas e Rodagem do ES) liberam o trânsito em meia pista na rodovia ES-482, na altura da "curva da biquinha", na saída de Alegre para Cachoeiro. O local está sendo monitorado 24 horas. Durante praticamente todo o dia, a possível queda de uma grande barreira fez com que a Defesa Civil e o DER interrompessem preventivamente a via até que fosse feita uma análise detalhada da situação. No final da tarde o trânsito foi liberado em meia pista. Os motoristas devem tomar cuidado ao passar pelo local. O presidente da comissão Municipal de Defesa Civil, Mario Wesley Zanetti, destacou que "por volta do meio dia os muros da parte alta da obra de contenção da encosta começaram a estalar devido a pressão da terra e um curto período de tempo se rompendo. Isolamos a área para não correr o risco de ter algum acidente com a população. Somente agora as 18h com a autorização do DRE-ES pudemos liberar meia pista da rodovia."
Contenção - Neste mesmo local está sendo construído um muro de contenção desde agosto deste ano. No entanto, com o agravamento da situação, os engenheiros já vinham há alguns dias analisando estratégias para solucionar de vez aquele problema. A partir de agora o trabalho será de retirada da terra para, então, providenciar outras intervenções de contenção. Hoje, enquanto a pista estava fechada, motoristas usaram como alternativa a estrada que sai do final da Vila Alta e vai até a comunidade da Placa, na rodovia para Muniz Freire. Em alguns momentos, a passagem pelo local ficou completamente interrompida pelo excesso de veículos e por se tratar de uma estrada de terra. Mas a Polícia Militar e a Prefeitura de Alegre agiram no sentido de minimizar o problema, sinalizando as vias e controlando o trânsito.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

O verde está de luto...

 


Pessoal, estava agorinha lendo meus e-mails e uma companheira chamada Magalli membro oficial do Greenpeace me enviou a triste notícia que após uma longa luta contra o câncer, a queniana Wangari Maathai, conhecida por sua luta incessante em defesa dos direitois humanos e das florestas, faleceu na noite de ontem aos 71 anos em Nairobi, no Quênia.

Wangari Maathai foi a primeira mulher africana a receber o Nobel da Paz em 2004. Maathai era conhecida por seu ativismo e pela fundação do Movimento Cinturão Verde. Criado em 1977, o movimento foi resposável pela plantação de 20 milhões de árvores no Quênia. Outro foco da organização era a ajuda às mulheres para melhorar seus meios de subsistência provendo o acesso a recursos básicos como lenha, água e alimento, com a preocupação constante na boa gestão dos recursos naturais e das florestas. 

"A morte de Maathai é uma grande perda para todos os que a conheciam e para quem admirava sua determinação para fazer um mundo mais pacífico, mais saudável e um lugar melhor", diz nota publicada no site da organização.

Desabafo de uma senhora idosa sobre a onda de preservação do meio ambiente

 
DESABAFO

"Na fila do supermercado o caixa diz a uma senhora idosa que deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não eram amigáveis ao meio ambiente. A senhora pediu desculpas e disse: Não havia essa onda verde no meu tempo... 
O empregado respondeu: "Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente. " 
"Você está certo", responde a velha senhora, nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. 
Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes. 
Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões. 
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas. 
Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como? 
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. 
Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade. 
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte. 
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou de ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima. 
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?
(Autor Desconhecido)

O QUE É EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Educação ambiental é uma novidade da educação, já praticada em alguns países, foi proposta em 1.999 no Brasil, tem o objetivo de disseminar o conhecimento sobre o ambiente. Sua principal função é conscientizar à preservação do meio ambiente e sua preservação, utilização sustentável.
É uma metodologia de análise que surge a partir do crescente interesse do homem em assuntos como o ambiente devido às grandes catástrofes naturais que têm assolado o mundo nas últimas décadas.
No Brasil, a Educação Ambiental assume uma perspectiva mais abrangente, não restringindo seu olhar à proteção e uso sustentável de recursos naturais, mas incorporando fortemente a proposta de construção de sociedades sustentáveis. Mais do que um segmento da Educação, a Educação em sua complexidade e completude.
A educação ambiental tornou-se lei em 27 de Abril de 1999. A Lei N° 9.795 – Lei da Educação Ambiental, em seu Art. 2° afirma: "A educação ambiental é um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não-formal.
A educação ambiental tenta despertar em todos a consciência de que o ser humano é parte do meio ambiente. Ela tenta superar a visão antropocêntrica, que fez com que o homem se sentisse sempre o centro de tudo esquecendo a importância da natureza, da qual é parte integrante.Desde muito cedo na história humana para sobreviver em sociedade, todos os indivíduos precisavam conhecer seu ambiente. O início da civilização coincidiu com o uso do fogo e outros instrumentos para modificar o ambiente, devido aos avanços tecnológicos, esquecemos que nossa dependência da natureza continua